Brasil - Portugal - África

Teia Literária

Revista de Estudos Culturais: Brasil - Portugal - África

Meu Diário
23/08/2010 18h31
TEIA LITERÁRIA NO ESPAÇO LUSOFONIA - BIENAL 2010
Com a palestra (videoconferência):

AS TRAVESSIAS LITERÁRIAS E HISTÓRICAS DOS PAÍSES DA
 
CPLP
(Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), a editora da
 
Revista
Teia Literária, Raquel Cristina S. Pereira, participou do

ESPAÇO LUSOFONIA nos dias 13 e 19 de agosto durante a 21ª

Bienal Internacional do Livro de São Paulo. 

Ao longo da palestra poemas de João Melo (Angola) e João Maimona (Angola) foram declamados.

O ESPAÇO LUSOFONIA ESTAVA SOB CURADORIA DA SBS EDITORA, COORDENADA POR Susanna Florissi.


As fotos do evento estão no álbum.

Publicado por Raquel Cristina dos Santos Pereira em 23/08/2010 às 18h31
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar o site: www.teialiteraria.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
18/08/2010 09h51
POETAS E ESCRITORES DE ANGOLA NA UFRJ

MESA-REDONDA COM JOÃO MAIMONA, JOÃO MELO E MARTA SANTOS

Local: Faculdade de Letras (UFRJ) - Cidade Universitária, sala D220

Data: 19 de agosto de 2010

Horário: 10h

Entrada livre


Publicado por Raquel Cristina dos Santos Pereira em 18/08/2010 às 09h51
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar o site: www.teialiteraria.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
10/07/2010 00h17
JOSÉ SARAMAGO: LETRA E VOZ CONTRA A OPRESSÃO
JOSÉ SARAMAGO: LETRA E VOZ CONTRA A OPRESSÃO
 
 
João Vianney Cavalcanti Nuto
Professor Adjunto do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da UnB
 
 
 
   Tive um breve contato pessoal com Saramago, em 1997, na Embaixada de Portugal, onde o ilustre escritor português, que logo seria agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura, tinha proferido uma conferência. Naquela ocasião, eu mal conhecia sua obra, mas tinha ficado muito impressionado com O evangelho segundo Jesus Cristo, que ainda considero um de seus melhores romances. Cumprimentei o escritor e sua esposa, sem que tivesse muito a comentar sobre sua obra, que eu iria estudar nos anos seguintes. 
    Só depois tomei conhecimento de mais detalhes sobre aquele senhor nascido em Azinhaga, um vilarejo do Ribatejo, em 16 de novembro de 1922. Para quem acredita no destino, um fato é sintomático: o futuro escritor teve registrado, oficialmente, não o nome verdadeiro, mas o “nome artístico”. É que Saramago, nome de uma planta, não era o sobrenome, mas a “alcunha” (como os portugueses chamam o apelido) pela qual seu pai era conhecido na vila. Certamente o funcionário que registrou o nome José de Sousa Saramago, na certidão de nascimento, não imaginava que aquela criança iria tornar-se escritor, muito menos um Prêmio Nobel. Esses ofícios intelectuais não costumavam ser exercidos por filhos de camponeses analfabetos, pelo menos não no Portugal daquela época. Embora fosse ótimo aluno, o menino não teria chances de ampliar sua educação formal onde nascera. Anos depois, o Saramago adulto comenta que só conseguiu tornar-se escritor porque a família mudou-se para Lisboa. Não que o simples fato de morar em Lisboa tornasse muito mais fácil a vida daquele rapaz, cuja pobreza barrou-lhe o acesso à universidade, impelindo-o para o ofício de serralheiro mecânico. Mas Lisboa tinha uma opção que faltava em Azinhaga: bibliotecas públicas. E era na Biblioteca do Palácio de Galveias que aquele rapaz calado (ainda estava longe de ser o conferencista eloquente que conheci), leitor voraz desde a infância, passava parte de suas noites, depois que saía do trabalho.
    Os anos bem aproveitados na biblioteca valeram pelo curso superior que não pôde fazer, formando um lastro de erudição que seria muito bem aproveitado em suas futuras obras. Além disso, a intimidade com a palavra escrita permitiu-lhe exercer outros ofícios. Antes de tornar-se escritor consagrado internacionalmente, podendo dá-se o luxo de viver bem somente da atividade literária, Saramago dedicou-se ao jornalismo, tendo sido cronista e editor e também à tradução de obras escritas em francês, língua que aprendera logo cedo e que manejava com segurança. Essa versatilidade foi preciosa quando se viu desempregado e passou a trabalhar como tradutor autônomo.
    Mas tudo isso aconteceu antes da consagração. No momento em que Portugal, o Brasil e o mundo tinham consagrado a obra de Saramago, ele era o prolífico autor de uma obra muito singular. Da minha primeira leitura de O evangelho segundo Jesus Cristo –realizada muito cedo e sem qualquer preocupação acadêmica – chamou-me a atenção certos traços como a pontuação própria, contrariando todas as regras da gramática normativa, a reflexão sobre o processo narrativo, a ironia e a ousadia com que apresentava uma visão iconoclasta, “herética”, de Cristo. Só mais tarde compreendi melhor essas características e descobri outras como a influência do Neo-Realismo português e o recurso intensivo à paródia de várias modalidades de discurso, principalmente o discurso historiográfico. 
    Essas características não aparecem em sua obra desde o início, pois Saramago, apesar do seu enorme talento, não foi um gênio precoce como Fernando Pessoa. Por outro lado, teve a longevidade, que lhe permitiu o desenvolvimento da obra. Seu primeiro romance foi publicado cedo, quando Saramago tinha vinte e seis anos. Mas nem de longe lembrava as obras que o consagraram. O autor pensara no título A viúva, mas a editora, em busca de um título mais apelativo publicou-o como Terra do pecado (1947). Tempos depois, o autor maduro, com a ironia que lhe é característica, comentou que o livro só podia falhar, pois o rapaz não entendia nem de viúva nem de pecado... Mas também é uma ironia o fato de que a estreia desse autor tão contemporâneo tenha sido uma obra tão anacrônica: um típico romance naturalista publicado em plena era dos modernismos. Curiosamente, não há, nessa obra, traços do romance neo-realista, que lhe era contemporâneo e que marcaria a produção madura do autor. Mas já então se revelam características de um ficcionista de talento: a imaginação, a capacidade de fabulação.
    Nos anos seguintes, encontramos um jovem escritor em busca de um gênero literário. Saramago escreveu crônicas, poemas, contos, textos teatrais e romances. Em todas essas obras, que revelam seu talento inquieto, mas ainda não o consagram, percebemos traços que seriam refinados na obra madura: na prosa, a digressão, a atenção ao detalhe, a ironia; nos poemas, um lirismo sóbrio, contido, oscilando entre a temática social e a lírica amorosa. São bons poemas, mas o próprio autor desistiu da poesia lírica, percebendo que seu lirismo caía melhor na forma de prosa. Percebi isto quando comparei os poemas com o comovente perfil de sua avó, em uma das crônicas de que mais gosto, e também com os trechos de lirismo amoroso em romances como Levantado do chão, Memorial do convento e O evangelho segundo Jesus Cristo. Os contos revelam um gosto pela minúcia que seria muito mais bem explorado no romance. As peças teatrais nem sempre me parecem ter a tessitura mais eficiente do ponto de vista da dinâmica do teatro, com exceção de In nomine dei, que considero sua melhor dramática. No entanto, ainda que não se considerasse tão bom dramaturgo como romancista, Saramago não desistiu de incursões na dramaturgia. Também encontramos, já nessa fase de buscas, outras características marcantes do autor, como a exploração de situações insólitas (nos contos de Objecto quase (1978) e no poema narrativo O ano de 1993), o diálogo com a História (na peça Que farei com este livro? [1980]) a metalinguagem e o diálogo da literatura com outras artes (no romance Manual de pintura e caligrafia [1977]). 
    A consagração só se inicia com o romance Levantado do chão, publicado em 1980, quando Saramago já beirava os sessenta anos. Este romance também inaugura um traço estilístico peculiar do autor que é a sua pontuação, em que quase todos os sinais, incluindo o ponto de interrogação, são substituídos por vírgulas. O autor atribui-lhe a influência da oralidade das histórias que ouviu dos camponeses do Alentejo, que inspiraram o romance. O texto só parece confuso aos olhos letrados, acostumados com as convenções da gramática: lidos em voz alta, revela sua sintaxe impecável. Por isso, superado o estranhamento inicial, são lidos com naturalidade. Mas estes olhos letrados também percebem que essa pontuação facilita um recurso próprio da narrativa escrita, que é o discurso indireto livre e no caso específico de Saramago, o cruzamento de diversos registros de discurso.
   Levantado do chão é o romance que mais ressalta a influência neo-realista, no espírito de engajamento social, de base marxista, ao denunciar a exploração dos camponeses do Alentejo pelos proprietários, com suas correspondentes justificativas ideológicos. Na saga de três gerações de camponeses, o autor retrata um crescente processo de conscientização com as tensões sociais correspondentes, reprimidas brutalmente pela ditadura de Salazar. Mas Saramago não se limita a fazer mais um romance neo-realista, pois introduz elementos fantásticos, paródicos e metalinguísticos, mais afinados com a narrativa contemporânea. 
    A partir de Levantado do chão, Saramago concentra sua produção literária no gênero romance (com exceção das eventuais incursões dramáticas já mencionadas). Estimulado pela premiação do romance, o autor passa a produzir, com regularidade, uma média de dois romances por ano. E os romances seguintes confirmam sua maturidade artística. Dessa fase prolífica, destaco os romances Memorial do convento (1982), O ano da morte de Ricardo Reis (1984), A jangada de pedra (1986), História do cerco de Lisboa (1988), o já citado O evangelho segundo Jesus Cristo (1991) e Ensaio sobre a cegueira (1995). Os três primeiros romances travam um diálogo crítico com a História e com aspectos da cultura portuguesa. Como afirmou o romancista: “A História é parcial e parcelar”. Portando, Saramago se propõe a contar fatos marcantes da história de Portugal do ponto de vista de uma outra parcela: a dos excluídos. Seguindo o princípio anunciado no primeiro capítulo de Levantado do chão (“Mas tudo isso pode ser contado de outra maneira”.), o Saramago não busca uma visão imparcial dos fatos históricos, mas uma outra parcialidade, seguindo seu ideal de denunciar a exploração e a formação dos discursos ideológicos. Para isso, lança mão de recursos estilísticos como a paródia e a metalinguagem, evitando a simples evocação nostálgica ou patriótica do passado, criando um romance em que a representação do passado é também uma crítica da contemporaneidade – e que, por isso, mesmo, o escritor rejeita o rótulo de histórico. Nessas narrativas, é particularmente mordaz o ataque à Igreja Católica, com aliada as forças mais conservadoras, especialmente em Portugal, país em que a instituição da Inquisição teve duração maior e deixou marcas profundas. Essa crítica se aprofunda no romance O evangelho segundo Jesus Cristo, em que Saramago, baseado nos evangelhos apócrifos se propõe a contar outra história de Jesus, que não nega sua origem divina, mas apresenta um messias mais humanizado (com direito à relação amorosa com Madalena, de acordo com um evangelho apócrifo, o que causou muita polêmica) – e também uma figura trágica (e herética) em sua fracassada oposição (mo ajuda do seu mentor, o Diabo!) aos desígnios “imperialistas” de Deus.
   Sempre me impressionou, em Saramago, sua capacidade de mesclar o elemento “fantástico”, com os detalhes realistas. Quase todas as narrativas de Saramago partem de uma situação insólita, mas com desdobramentos perfeitamente realistas, como o descolamento da Península Ibérica da Europa e sua deriva no Atlântico (em A jangada de Pedra) ou as deambulações de Ricardo Reis com o fantasma de Fernando Pessoa pelas ruas de Lisboa (em O ano da morte de Ricardo Reis), só para ficar em dois exemplos. Neste último romance, o insólito da situação é complementado por uma descrição detalhada das ruas de Lisboa, conforme pude comprovar quando morei naquela cidade. Por outro lado, Saramago também sabe criar ambientes completamente imaginários, com uma riqueza convincente de detalhes, como é o caso da cidade em que se passa o romance Ensaio sobre a cegueira. A preocupação com o dado local português nem por isso impediu que o escritor tivesse uma visão mais ampla, pois tanto Ensaio sobre a cegueira como em A caverna (2000), encontramos uma crítica à sociedade contemporânea, como no último caso, que alude à globalização. 
    Outro aspecto que chama a atenção na obra de Saramago, é o papel relevante que atribui às personagens femininas: lúcidas e corajosas, são elas que geram “crises” (com toda a ambivalência que essa noção comporta), que levam seus protagonistas masculinos a questionamentos e redefinições de objetivos, nessas narrativas em que o erotismo se revela como uma força que impulsiona a subversão e a criação. Destaco, a propósito, o papel de Madalena, a companheira de Jesus, que, com mais experiência de vida que o messias, proporciona-lhe o autoconhecimento.
    Também não se pode pensar em Saramago sem destacar outro aspecto pessoal do escritor: seu espírito de engajamento. Mesmo correndo o risco de sua ficção resvalar para o maniqueísmo, o autor, fiel à influência neo-realista e de resto, aos ideais marxistas de maneira geral, nunca deixou de denunciar a opressão política e econômica, seja no mundo capitalista “democrático”, cujos problemas acompanha atentamente, seja nos governos totalitários de todo tipo. A este respeito, cumpre ressaltar que sua atitude de comunista convicto nunca o impediu de criticar também os totalitarismos de governos ditos de esquerda. Falo do engajamento como um traço pessoal, porque não se limita à criação artística, pois Saramago cumpria o papel de intelectual tal como defendido e praticado por Jean-Paul Sartre: uma personalidade que se vale da notoriedade adquirida por sua atuação em qualquer área do saber para intervir no debate público, independentemente de qualquer filiação institucional ou partidária. Quando se tratava de defender seu ponto de vista político, Saramago se exprimia com mordacidade, sem qualquer preocupação em ser diplomático. Assim, ao longo da sua vida, o autor tem sido notado também por suas declarações políticas, próprias de quem era consciente da ressonância de sua voz e, portanto, da responsabilidade de não se omitir. Nessas ocasiões, Saramago não se furtava a polêmicas, atacando o governo português, a Igreja, a forma de integração de Portugal à União Européia, a guerra dos Estados Unidos com o Iraque, as ações israelenses contra os palestinos, entre outras questões. Com este tipo de atitude Saramago confirma que o papel político do intelectual é exercer uma crítica constante, mesmo que incômoda. Essa confluência do intelectual com o artista resultou no belo livro sobre os sem-terra, elaborado em colaboração com Chico Buarque e Sebastião Salgado.
    José Saramago encontrava-se em uma situação e uma idade em que poderia acomodar-se com uma confortável aposentadoria. Mas, para o trabalhador infatigável que era, isto já seria uma antecipação da morte, que é a personagem principal de um dos seus últimos romances: As intermitências da morte). Nessa obra, Saramago imagina o caos que seria se a Morte resolvesse entrar em greve. Mas, se a morte não descansa, Saramago também não parava. Mesmo sofrendo da grave enfermidade que causou muita preocupação em 2007, o autor, tão logo recuperado, tratou de escrever outro romance, seguido de outras obras. Certamente, para satisfação nossa, suas palavras – em tons e semitons que oscilam do sarcasmo à ternura – continuarão ressoando. Talvez porque, como ele me escreveu há alguns anos: “Sei muito bem o que é ser pobre, mas nunca saberei o que é ser rico, mesmo agora, que não tenho nenhuma preocupação de ordem material”. 
 

Publicado por Raquel Cristina dos Santos Pereira em 10/07/2010 às 00h17
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar o autor do texto e o site: www.teialiteraria.com ). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
25/06/2010 15h01
TEIA LITERÁRIA 4 - CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO
     O quarto número da Teia Literária tem como tema:

OS NARRADORES DO SÉCULO XXI

Prazo para envio dos textos: até o dia 15 de setembro de 2010.

Notificação dos trabalhos aprovados: até o dia 25 de outubro de 2010

Lançamento: dezembro de 2010

   A Teia Literária tem a proposta de promover e incentivar novas pesquisas acadêmicas no âmbito das Literaturas de Língua Portuguesa, tendo, desde o primeiro número, como grande marca o intercâmbio com pesquisadores dos demais países que integram a Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP). É uma publicação de Estudos Culturais que apresenta por meio de diversos campos do conhecimento, como a História, a Filosofia e a Sociologia e as suas relações com a Literatura o enlace cultural entre Brasil, Portugal e África, estreitando, assim, os elos histórico-sociais entre os falantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, conforme orienta as diretrizes delineadas pela CPLP e pela Lei Federal nº 11.645/2008, que tratam da obrigatoriedade do ensino das Histórias e das Culturas Afro-brasileira e Africana.  
   Será gratificante contar com a sua participação no próximo número da revista com um artigo ou uma resenha. O texto não precisa ser inédito.
   Os trabalhos dos pós-graduandos (mestrandos e doutorandos) enviados dentro das normas serão avaliados pela comissão de pareceristas da Revista. Os textos aprovados serão publicados mediante o preenchimento correto do TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO EM OBRA COLETIVA, enviado após a notificação da aprovação do texto para a publicação. O simples envio dos trabalhos não garante as suas publicações. Os textos não serão devolvidos.

RECOMENDAÇÕES PARA PUBLICAÇÃO NA REVISTA TEIA LITERÁRIA

ARTIGOS
  1. Os textos devem ter, aproximadamente, mínimo de doze (12) e um máximo de vinte (20) páginas.
  2. Os trabalhos devem ser apresentados com título (CAIXA ALTA, centralizado, fonte Times New Roman, corpo 12), nome do autor (alinhado à direita), nota de rodapé especificando tipo de vínculo e intituição a que pertence, as notas referentes ao texto devem ser no rodapé, resumos em português e inglês (entre 6 e 10 linhas), três palavras-chave em português e inglês e referências bibliográficas.
     
Os trabalhos devem ter a seguinte formatação:
  • Digitação em Word (Microsoft ou Open Office), tamanho A5 (14,8 cm x 21,0 cm), fonte Times New Roman, corpo 10, espaço simples e justificado.
  • Apresentar margens de 3,0 cm (esquerda, direita, superior e inferior).
  • Indicar o início de parágrafos e alíneas com recuo de 1,0 cm.
  • Citações com mais de três linhas deverão ser destacadas no texto, tipo Times New Roman, tamanho 8, espaço simples e com recuo de 1,0 cm.
  • Indicar as citações bibliográficas no corpo do texto, entre parênteses, com os seguintes dados: sobrenome do autor, ano da publicação e a página. Exemplo: (COUTO, 2008, p. 30-32).
  • Usar itálico para termos estrangeiros e títulos de livros e periódicos.
  • Conter, para destaques no texto corrido, sublinhas ou aspas duplas, não devendo ser utilizados, para esta finalidade, o negrito e a caixa alta.
  • Não utilizar gráficos ou imagens.
  • Realizar a revisão do texto. 

                                       RESENHAS
     
    * Textos de publicações editadas nos últimos dois anos.

    * Número de páginas: até sete (7).

                    Apresentação da página de rosto:

     
  •  Nome do autor da resenha (alinhado à direita) e nota de rodapé
     especificando tipo de vínculo e instituição a que pertence.
  • Referências bibliográficas da obra a ser resenhada com recuo de 2,0cm e alinhamento justificado. 
          Os textos devem ter a seguinte formatação:
  • Digitação em Word (Microsoft ou Open Office), tamanho A5 (14,8cm
    x 21,0cm), fonte Times New Roman, corpo 10, espaço simples e justificado.
  • Apresentar margens de 3,0 cm (esquerda, direita, superior e inferior).
  • Indicar o início de parágrafos e alíneas com recuo de 1,0 cm.
  • Indicar as citações bibliográficas no corpo do texto, entre parênteses,  com os seguintes dados: sobrenome do autor, ano da publicação e a  página. Exemplo: (FERREIRA, 1976, p. 50 - 52).
  • Usar itálico para termos estrangeiros e títulos de livros e periódicos.
  • Conter, para destaques no texto corrido, sublinhas ou aspas duplas,  não devendo ser utilizados, para esta finalidade, o negrito e a caixa alta.

Os trabalhos devem ser enviados para o e-mail: xrevistateialiterariax@hotmail.com e três cópias impressas para o endereço: Mem de Sá, 133, Vila Municipal, Jundiaí / SP, CEP: 13201-097, Brasil.

                                          Organização:
                                        Raquel Cristina dos Santos Pereira

                                Comissão de Pareceristas:
                                 Ana Mafalda Leite - Universidade de Lisboa
                                              Ângela Beatriz Faria - UFRJ
                                               João Cláudio Arendt - UCS
                                      João Vianney Cavalcanti Nuto - UNB
                                          Jorge Vicente Valentim - UFSCar
                                  Raquel Cristina dos Santos Pereira - UFRJ

      Aguardo a sua colaboração para o sucesso da quarta Teia Literária.

                                                          Atenciosamente, 
                                        Raquel Cristina dos Santos Pereira
                                                                 Editora

Publicado por Raquel Cristina dos Santos Pereira em 25/06/2010 às 15h01
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar o site: www.teialiteraria.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
23/06/2010 01h12
APRESENTAÇÃO DA TEIA LITERÁRIA NO I FÓRUM DE EDITORAÇÃO NA UNIRIO

   Com a palestra: A FRONTEIRA DO SABER: A UNIVERSIDADE E A SOCIEDADE no I Fórum de Editoração, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), no dia 10 de junho de 2010, às 18h30, a editora da Teia Literária, Raquel Cristina dos Santos Pereira, apresentou os três números da revista, destacando a importância da interação entre as classes docente e discente para o avanço e a divulgação da pesquisa acadêmica. 

Realização:

UNIRIO - Escola de Biblioteconomia - PET

Informações sobre o que aconteceu no evento estão registradas no site: http://www.petunibib.blogspot.com/   e no álbum de fotografias desse site.


Publicado por Raquel Cristina dos Santos Pereira em 23/06/2010 às 01h12
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar o site: www.teialiteraria.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.



Página 9 de 18 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » [«anterior] [próxima»]

Site do Escritor criado por Recanto das Letras